II Simpósio Arte e Pensamento

Retificação da Programação...


15 / 02 / 2017
Conferência de Abertura:
VIDA CONTEMPORÂNEA: QUALIDADE DE VIDA E VIOLÊNCIA.
Prof. Dr. MANUEL ANTÔNIO DE CASTRO
Professor Emérito da UFRJ.
Ementa: Qualidade de vida e consumo; Violência e crise de valores; A época das rápidas transformações e a crise de valores pessoais, familiares, sociais e políticos; A questão da lei: Que é lei? Lei e poderes; O poder e a ética; A falta de um paradigma e a verdade; a não verdade? Os valores do humano: desafios poéticos.
Indica-se aos participantes que assistam o filme Laranja Mecânica (A Clockwork Orange, 1971), de Stanley Kubrik, que será debatido ao longo da conferência.
16 / 02 / 2017
Mesa-redonda:
A POÉTICA E O SAGRADO
Prof. Dr. ANTÔNIO MÁXIMO FERRAZ – PPGL/UFPa
Prof. Dr. MANUEL ANTÔNIO DE CASTRO – Prof. Emérito da UFRJ
Profa. Dra. WLAD LIMA – PPGArtes/UFPa
Performance:
"Ô DE CASA, POSSO ENTRAR PRA CUIDAR"
Profa. Dra. WLAD LIMA – PPGArtes/UFPa
Profa. Dra. ANDREA FLORES – PPGArtes/UFPa
SESSÕES DE COMUNICAÇÃO
SEMINÁRIO DE PESQUISAS EM ANDAMENTO
GEPETU / UFPa
(Grupo de Estudo, Pesquisa e Experimentações em Teatro e Universidades)
NIK / UFPa
(Núcleo Interdisciplinar Kairós: Estudos de Poética e Pensamento)
Hora 15 / 02 / 2017 - Sessão 1 – (14:30h-16:00h)
14:30
A POÉTICA TEATRAL INSCRITA NA WEB
Bernardo da Trindade Bahia Freire:
Licenciado Pleno em Teatro - ETDUFPA/ICA/UFPA – (GEPETU)
Resumo: A pesquisa evidencia a poética teatral inscrita nas linhas da web. Articula uma rede de pensamentos com outros artistas da região e do mundo, possibilitando um desbravamento do imaginário amazônico presente no fazer teatral do pesquisador. Uma cartografia poética de criações artísticas.
14:45
JOÃO GUIMARÃES ROSA E O EDUCAR POÉTICO: APRENDIZAGEM DO DESAPRENDER
Taís Salbé Carvalho
Mestranda em Estudos Literários – PPGL/UFPA – (NIK)
Resumo: No conto O espelho, de João Guimarães Rosa, podemos perceber uma narrativa que projeta o homem na e pela procura do seu ser (aprendizagem poética). Tendo em vista que a arte é que nos leva à procura do próprio de cada humano, pois são as obras de arte – alimento para o pensar e nunca para o doutrinar (CASTRO, 2007), é que nos lançamos, à luz do Educar Poético proposto por Castro (2014), à pro-cura das possibilidades de uma educação que conduza o humano, a partir do diálogo, ou seja, pelo entre-caminho na e pela linguagem (HEIDEGGER, 2012), ao livre-aberto do questionar, em que vigora a dialética entre o todo saber e o não saber, em busca do que nos é próprio – a nossa humanidade.
15:00
MÁQUINA-ROTA: UM DISPOSITIVO MENOR CARTOGRAFANDO PROCESSOS DE CRIAÇÃO EM ARTE
Breno Filo Creão de S. Garcia
Mestrando em Arte - PPGArtes/ICA/UFPA – (GEPETU)
Resumo: Tessitura inventiva de um jogo de cartas a partir da noção dispositivo menor. Diagrama poético de subjetivação que propõe a imersão do sujeito em processos de criação em arte, a partir de encontros lúdicos e afetivos, com o intuito de efetuar desejo e cuidado de si, em posição de resistência às estruturas de captura da contemporaneidade.
15:15
“THERE’S A GHOST IN THE SHELL?”
Natália Lima Ribeiro
Mestranda em Estudos Literários - PPGL/UFPA/CNPq – (NIK)
Resumo: A partir do filme Ghost in the Shell (1995), discutiremos a questão do humano na era tecnológica. Nesse sentido, interpretaremos como os avanços científicos e as limitações humanas se configuram na era pós-moderna. Além disso, abordaremos os desafios da globalização, a confluência das identidades e a questão do que é humano na contemporaneidade.
15:30
CARTO-POÉTICA: DISPOSITIVOS-MAPAS DE UMA REDE DE ESPAÇOS ARTÍSTICOS AUTOPOIÉTICOS DE BELEM DO PARÁ.
Roseane Moraes Tavares
Mestranda em Arte - PPGArtes/ICA/UFPA – (GEPETU)
Resumo: Nesta comunicação, apresentarei os mapas conceitual, iconográfico e virtual da minha pesquisa de dissertação, como dispositivos poéticos de uma rede de espaços artísticos autopoiéticos de Belém do Pará. : A Pesquisa tende evidenciar a poética teatral inscrita nas linhas da web, articulando uma rede de pensamento com outros fazedores teatrais da região e do mundo, possibilitando um desbravamento do imaginário amazônico e do meu fazer teatral apresentado como uma cartografia poética das criações artísticas.
15:45
TEMPO E MEMÓRIA NAS LINHAS DA FICÇÃO: O CACAULISTA E O CORONEL SANGRADO, DE INGLÊS DE SOUSA
Messias Lisboa Gonçalves
Mestrando em Estudos Literários – PPGL/UFPA (NIK)
Resumo: O tempo sempre será uma questão para o homem, ele não cabe em conceitos. Entretanto, a ciência, em nossa época, trata-o como uma grandeza absoluta, buscando medi-lo e fatiá-lo uniformemente, visto, assim, de modo objetivo e matemático. No entanto, a Filosofia busca pensar o tempo com um toque qualitativo, que leva em conta sua relação com a dimensão existencial. Por isso mesmo, a literatura não fica alheia à discussão acerca do tempo, sobre ele refletindo, não discursivamente, mas concretizando-o em imagens que se apresentam em toda a narrativa. Pensando sobre isso, este estudo destaca os romances O Cacaulista (1876) e O Coronel Sangrado (1877), de Inglês de Sousa (1853-1918), estudados um tanto escassamente pela crítica literária. Em nossas pesquisas, tais narrativas têm revelado uma complexa e interessante urdidura no que tange à questão do tempo e da memória. Considerando que o tempo apresenta um papel fundamental na constituição e no desenrolar da trama dos romances de Inglês de Sousa, o objetivo fulcral deste trabalho é pesquisar as concepções de tempo e de memória nessas obras. Nosso estudo limita-se à reflexão sobre o personagem Miguel, que se destaca por sua relação com o tempo, tendendo ao futuro, mas sempre tecendo conexões com o passado e o presente, por meio da manifestação da memória. Para realizar este propósito, buscamos especialmente em Henri Bergson (1859-1941) e Benedito Nunes (1929-2011) um diálogo que permita pensar como se manifesta a questão do tempo e da memória naqueles romances de Inglês de Sousa.
16:00
DEBATES
16:20 – 16:30 INTERVALO
Hora 15 / 02 / 2017 – Sessão 2 – (16:30h-18:30h)
16:30
A JORNADA DO MENINO-HERÓI RUMO AO TEMPO DE SER
José Ailton de Carvalho Arnaud
Mestre em Arte - PPGArtes/ICA/UFPA – (GEPETU)
Resumo: Na pesquisa compartilho a experiência de educação não formal realizada no Projeto Teatro Ribalta, no bairro da Terra Firme, em Belém do Pará. Por meio de uma narrativa mítica mapeio a jornada de "meninos-heróis” em busca de Saberes que lhes permitam sonhar com possibilidades de um mundo melhor, tendo o Teatro como guia.
16:45
RIOBALDO NA VEREDA DA MORTE: POÉTICA E FINITUDE
Marcos Roberto Pinho Palheta
Bacharel e Licenciado em Filosofia – UFPA – (NIK)
Resumo: O que se propõe na pesquisa é mostrar a obra Grande Sertão: veredas de João Guimarães Rosa como uma narrativa poético-metafísica. Para tanto será preciso enveredarmos pelos caminhos da filosofia de Martin Heidegger, aproximando, num circuito hermenêutico, os conceitos de finitude, como constitutivo fundamental do Dasein, e a temporalidade, como acontecimento poético-apropriante (Ereignis), dos elementos narrativos presentes no episódio da travessia pelas veredas mortas, núcleo de tensão fundamental da aprendizagem de Riobaldo nos caminhos poéticos de João Guimarães Rosa.
17:00
O SABOR DE UMA ESCRITA: A POÉTICA DE UM MEMORIAL ACADÊMICO-ARTÍSTICO DE UMA PALHAÇARIA AGRIDOCE
Priscila Romana Moraes de Melo
Mestre em Arte - PPGArtes/ICA/UFPA – (GEPETU)
Resumo: Esta comunicação pretende contar o processo de criação de um memorial acadêmico construído a partir de memórias, palhaçaria e inspirações em livros de culinária, rico em afeto e troca com parceiros no grupo de estudos "Poéticos pensadores e poesia pensante" do GEPETU - Grupo de Estudo, Pesquisa e Experimentação em Teatro e Universidade, ICA/UFPA.
17:15
PAULO PLÍNIO ABREU E AS RESSONÂNCIAS RILKEANAS
Rúbia Santiago
Mestranda em Estudos Literários - PPGL/UFPA – (NIK)
Resumo: Paulo Plínio Abreu, poeta paraense, incorporou em sua obra traços da poesia de autores como Baudelaire, Mallarmé e, em especial, Rainer Maria Rilke. Com relação a este último, é muito interessante percebermos a linha tênue que liga a poética desses dois escritores e também que a produção de traduções feitas de poemas de Rilke por Paulo foram tão determinantes no desenvolvimento de sua poética. Paulo Plínio, apesar de possuir uma obra muito densa, teve apenas um único livro publicado, o qual se intitula Poesia. Utilizando-se desse corpus, faremos um breve estudos sobre algumas imagens presentes em poemas destes dois autores (imagem do anjo, da noite e da morte). Com isso pretende-se e apresentar o modo que elas se correlacionam, buscando trazer para a discussão de que maneira a questão do Aberto (do Ser) se manifesta em tais poemas, através dessas imagens.
17:30
PELE DE TERRA: ARTE COMO DISPOSITIVO PARA DISCUTIR GÊNERO E SEXUALIDADE
Ana Carolina Magno de Barros
Mestre em Arte - PPGArtes/ICA/UFPA – (GEPETU)
Resumo: Este trabalho visa compreender a arte como dispositivo para o debate de gênero e sexualidade a partir da vivência do ritual "Pele de Terra", construído na pesquisa de mestrado "Pele de Terra, minha morada: memorial do ritual cênico-erótico em diálogo com a obra Magma (1982) de Olga Savary". Para tanto trabalharemos com teóricos como Barros (2016), Quilici (2015); Passos, Kastrup, Escóssia (2009); Scott (1995) e Rubin (1975, 1993).
17:45
O PENSAMENTO POÉTICO-ORIGINÁRIO NO “NATIVO DE CÂNCER”, DE RUY BARATA
Laurenice Nogueira da Conceição
Mestra em Estudos Literários pela UFPA, em 2015. Professora de Língua Portuguesa da Fundação de Educação Ambiental- Escola Bosque – Funbosque (NIK)
Resumo: Ruy Paranatinga Barata, poeta amazônico paraense, depois de ter publicado, em 1943, a obra Anjo dos Abismos e, em 1951, A Linha Imaginária, passou a escrever aquela que viria a ser sua última criação, e à qual dedicou pelo menos os dez últimos anos de vida: o poema “O Nativo de Câncer”. Foi em 1960 que publicou a primeira parte do texto, no jornal paraense A Folha do Norte. A publicação do poema completo só foi feita em 2000, postumamente (pois falecera em 1990), no livro Antilogia, organizado pelo próprio autor, contendo outros 13 poemas, alguns inéditos. Por meio deste trabalho, pretende-se discutir “O Nativo de Câncer”, enquanto texto poético que dialoga com a tradição literária ocidental e a cultura local, conforme afirma Benedito Nunes sobre o poema, e, principalmente, estabelecer relação com a perspectiva do pensamento poético originário de alguns pensadores, como Heidegger, Manuel Antônio de Castro e Emmanuel Carneiro Leão. Considera-se que tal pensamento está presente, inclusive, no poema “Procura da Poesia”, de Carlos Drummond de Andrade. Alinha-se com a postura de Antônio Máximo Ferraz, conforme a qual arte não é nem puramente fruto de uma subjetividade, uma vez que a Criatividade não é totalmente dominada pelo artista, mesmo ele sendo criativo, nem simples retrato de uma realidade, neste caso a amazônica. Dialoga-se com o fato de o poema ser fruto de uma poiésis, que à medida que se mostra também se retrai, à qual o homem está destinado e a partir da qual, baseando-se em Emil Staiger, ele cria com liberdade um texto que não pode estar circunscrito aos conceitos fechados de épico e lírico, embora perpasse por tais conceitos.
18:00
DEBATES
Hora 16 / 02 / 2017 - Sessão 3 – (14:30h-16:00h)
14:30
"O BARCO E O MITO": A TRAVESSIA HUMANA COMO ACONTECER MITOPOÉTICO
Thiago Alberto dos Santos Batista
Graduado em Letras Habilitação em Língua Portuguesa – UFPA – (NIK)
Resumo: Este diálogo tem como objetivo apresentar uma leitura crítica do poema "O Barco e o Mito", da obra Poesia (2008), de Paulo Plínio Abreu, suscitando a escuta para a questão do mito. Partindo de um pensar meditativo e transfigurador do real, Paulo Plínio traz o mito para o âmbito do originário. Mito, do grego mytheomai, significa manifestar pela palavra, ou seja, manifestar pela palavra o real em sua essência originária. Com isso, o poeta nos provoca o pensar, pois adquirimos o costume de atribuir uma justificativa ao mito, esperamos que ele defina ou explique alguma coisa. Mas ele não explica e não define nada. O fenômeno que se dá a ver neste diálogo é, justamente, o fato de que, por não explicar nada, todo mito gira em torno da fala e da escuta, para o sentido do humano acontecendo. O que a leitura do poema "o Barco e o Mito" nos propicia é o não-esquecimento do mítico e do acontecer poético que se manifesta tanto na escrita do poeta paraense, quanto em nossa travessia em vida. Entendemos, portanto, que o poema, bem como o conjunto da obra de Paulo Plínio Abreu, nos desvela o acontecer mitopóetico da travessia humana, em busca de apropriar-se das possibilidades de ser desde sempre concedidas pelo destino. Desta forma, torna-se uma obra que se posiciona como crítica à tradição metafísica ocidental, propondo uma tra-dução do Ocidente, em diálogo com suas fontes gregas, que seja a condução à sua movimentação de começo, isto é, ao seu acontecer mitopoético.
14:45
ÂNIMA TRAMA: MEMÓRIA, AFETO E ARTESANIA COMO TECIDO DE UM PROCESSO DE CRIAÇÃO EM DANÇA
Ana Rosangela Colares Lavand
Doutoranda em Arte - PPGArtes/ICA/UFPA (GEPETU)
Resumo: Processo de criação que parte da investigação de uma dança feita de tecidos, linhas e fios, uma trama afetada pelas memórias familiares femininas de seus criadores, estes se propõem a bordar coreografias, tecer espaços, cerzir tempos, compondo assim uma dança tramada. Feitura feminina familiar que pressupõe que o fio de Ariadne é cordão umbilical.
15:00
A EDUCAÇÃO POÉTICA EM CONTOS DE CLARICE LISPECTOR: O PENSAR E O DIZER
Luciana de Barros Ataide
Doutoranda em Teoria Literária – PPGL/UFPA (NIK)
Resumo: Por visar à Educação Poética a partir do princípio das falas e escutas, ou seja, partindo do originário do poético, a presente pesquisa aponta para a hipótese de que os contos de Clarice Lispector, que têm o humano como centro da narrativa, constituem-se como dimensão fundante da condição humana revelada por meio de uma força avassaladora. Assim, torna-se possível demonstrar que o acontecimento poético apropriante nos contos de Clarice acontece pela via de pensar a si mesmo e, consequentemente pela via do educar, com a crença de que inventar é o modo mais radical de se estar na realidade, convivendo com as diferenças que nos formam e que nos constituem, misteriosamente, humanos. Dessa forma, baseando no pensamento de Martin Heidegger (2005) de que é possível entender a natureza humana em seu incessante movimento de interação consigo mesma, com outras pessoas e com os objetos ao seu redor, os textos de Clarice Lispector, no âmbito da criação poética, primam pelo delinear da identidade do homem que rompe as vinculações fáticas se vê como fundador de si mesmo e do mundo onde está o núcleo poético da pessoa humana. Logo, é um estudo que abaliza para a Literatura como experiência que revela o ser a si por meio de seus ângulos mais secretos como uma espécie de espelho, mostrando a ambigüidade e a penúria que é o humano como ser concreto de interesses, conflitos, angústias.
15:15
A CAMINHO DO CORAÇÃO SELVAGEM
Harley Farias Dolzane (UFPA)
Doutorando em Teoria Literária – PPGL/UFPA (NIK)
Resumo: Pretende-se interpretar o romance Perto do Coração Selvagem (1943), de Clarice Lispector, como manifestação da Aprendizagem Poética. Esta, no vigor da obra, doa-se ao humano na compreensão de si na e pela questão de ser, sendo abertura de/para possibilidades de realização (CASTRO, 2011) no caminhar – auto-procura em meio a linguagem (logos) – que é o próprio viver. Neste sentido, é possível tecer um diálogo entre o drama da linguagem que se põe a narrar a vida da protagonista Joana e os ensaios de A caminho da linguagem (1959), de Martin Heidegger, textos que procuram, “a caminho, num caminho, alcançar alguma coisa”, deixando que a própria coisa nos alcance e comova (2011, p. 137). Eis a aprendizagem do real (physis), da coisa que é e não é – da coisa que somos? –, sendo o próprio coração selvagem da vida.
15:30
TECENDO UM TRAJE: ASPECTOS VESTIMENTARES NA PESQUISA EM ARTE.
Graziela Ribeiro Baena
Doutoranda em Arte - PPGArtes/ICA/UFPA (GEPETU)
Resumo: O trabalho se desenvolve a partir da palavra traje e de como ela se desdobra em várias categorias segundo Fausto Viana. Desta forma possibilita muitos caminhos para a pesquisa acadêmica, em especial a pesquisa em artes, no que concerne ao traje de cena.
15:45
AUTOFOTOBIOGRAFIAS N´ÁGUA: CRIANÇAS RIBEIRINHAS FOTOGRAFAM SEU CAMINHO ATÉ A ESCOLA DAS ILHAS DE ANANINDEUA/PA.
Mayrla Andrade Ferreira
Doutoranda em Educação – PPGED/PUC/MINAS (GEPETU)
Resumo: A pesquisa dialoga desenhos e fotografias, concebidos como formas expressivas e apresentados como fontes documentais importantes para conhecermos diversos aspectos da infância amazônica, produzidas no caminho das águas de crianças ribeirinhas até a chegada na única escola das ilhas de Ananindeua, a EEMEF Domiciano de Farias. A cartografia de imagens procura suscitar a circulação de ideias sobre criança, infância e suas inventividades particularmente locais.
16:00
DEBATES
16:20 – 16:30 INTERVALO
Hora 16 / 02 – Sessão 4 – (16:30h-18:00h)
16:30
O TRÁGICO NA INFÂNCIA – UM DIÁLOGO ENTRE O PERU, DE GUIMARÃES ROSA, E A GALINHA, DE CLARICE LISPECTOR
Adriely Cristina Duarte da Silva – Especialista em Educação de Jovens e Adultos. Graduada em Pedagogia – UFPA (NIK)
Diogo Raimundo Rodrigues Santos – Especialista em Educação de Jovens e Adultos. Graduado em Pedagogia – UFPA (NIK)
Resumo: Este artigo pretende discutir a questão do trágico na infância. Tendo como objeto de estudo as personagens infantis dos contos As margens da Alegria, de Guimarães Rosa, e Uma História de Tanto Amor, de Clarice Lispector. As estórias giram em torno da relação que um garoto e uma garota nutrem por um peru e uma galinha. E o que acontece quando esses animais morrem. Nesta perspectiva a angústia atravessa a vida das crianças e elas têm sua primeira experiência com o trágico, a partir daí realizaremos uma leitura dialogada dos contos, propondo uma reflexão sobre trágico, poética e infância.
16:45
A POÉTICA AMOROSA DE UMA ENCENADORA-GÊMEA.
Luciana de Andrade Moreira Porto
Doutoranda em Arte - PPGArtes/ICA/UFPA (GEPETU)
Resumo: O processo de criação de um pensamento espiralado para uma pesquisa sobre encenação. O movimento criador no entre da pesquisa: poemas de amor, desenhos do pensar e as palavras-cenas de um abecedário.
17:00
“O QUE DESEJO AINDA NÃO TEM NOME”: A FICÇÃO COMO INTERVALO EM PERTO DO CORAÇÃO SELVAGEM, DE CLARICE LISPECTOR
Ana Maria Ferreira Torres
Graduanda em Letras/PIBIC/UFPA (NIK)
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo investigar em Perto do Coração Selvagem, de Clarice Lispector, como o processo de ficção é percebido como um intervalo entre a personagem Joana e a realidade. O romance narra a trajetória de Joana, da infância até sua fase adulta, todavia, além de ser um romance de formação, em Perto do Coração Selvagem vige como questão central a mimese, uma vez que, durante seu crescimento, Joana busca compreender a realidade e traduzi-la em palavras, tanto quando cria ficções quanto em seus pensamentos. Ao tentar esse movimento, porém, Joana se depara com o paradoxo de precisar se distanciar da vida para que possa apreendê-la, o que torna a palavra um intervalo. A partir do método hermenêutico de interpretação das questões da obra, o trabalho proposto dialoga com outros autores: Benedito Nunes, Manuel Antônio de Castro, Fernando Pessoa, entre outros.
17:15
"COBRAS NÃO SÃO APENAS COBRAS: MOVIMENTO CRIADOR DE UMA ESCRITA PERFORMATIVA EM COMICIDADE AMERÍNDIA NA AMAZÔNIA"
Andrea Bentes Flores
Doutoranda em Arte - PPGArtes/EBA/UFMG
Resumo: Esta comunicação partilha o movimento de uma escrita performativa em comicidade ameríndia na Amazônia, em três momentos espiralados de eco-organização do pensamento criador, que aportam na cobra como ente da pesquisa, marcada por grafismos de enunciados entranhados no corpo da pesquisadora, em processo de cobreamento pelos risos da floresta.
17:30
ALGUMA COISA: FELICIDADE COMO TRABALHO SILENCIOSO (OU SOBRE A CLANDESTINA FELIZ)
Mariana de Nonno Farnesi
Bacharel em Relações Internacionais, pela Universidade Católica de Minas Gerais, pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar Kairós NIK - PPGL-UFPA
Resumo: Resumo: Pretende-se estabelecer um diálogo entre o conto “Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector (In Felicidade Clandestina, 1971) e a obra Sobre a Vida Feliz, de Sêneca (58.d.C.) sob o olhar da Poética: o que o indivíduo pensa sobre si mesmo enquanto ser que labuta no mundo que habita e se reinventa no mistério de ser humano. Nesses diferentes e contínuos embates com o mundo, a questão – Felicidade –, é antes ação que definição (CASTRO, 2014), no silêncio e na clandestinidade da liberdade.
17:45
DRAG QUEENS, CIBOGUES E OUTRAS ENTIDADES
Larissa Latif Saré
Doutora em Artes Cênicas - PPGAC/UFBA (GEPETU)
Resumo: Partindo da presença cênica do corpo drag queen e da máscara teatral, mergulho na invenção de um corpo ciborgue que se faz presente por interrupções, amputações, reviravoltas e atravessamentos. Multifluxos, multientidades, quimeras cortam, esticam retorcem-se numa reinvenção poética e política do corpo criador na cena.
18:00
DEBATES
17 / 02 / 2017 DEFESA DE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
MANHÃ
(10h-12h) O INTERLÚDIO DE EROS E THÁNATOS NA POESIA DE MAX MARTINS
Discente: Natália Ribeiro Banca examinadora:
Prof. Dr. Antônio Máximo Ferraz – PPGL/UFPa (Orientador)
Prof. Dr. Manuel Antônio de Castro – UFRJ
Prof. Dr. Luis Heleno Del Castilho – UFPa
TARDE
(14h30-16h30) TRAVESSIA POÉTICA: O PACTO ENTRE CRÍTICA E ESCUTA EM “GRANDE SERTÃO: VEREDAS”
Discente: Taís Salbé Banca examinadora:
Prof. Dr. Antônio Máximo Ferraz – PPGL/UFPa (Orientador)
Prof. Dr. Manuel Antônio de Castro – UFRJ
Profa. Dra. Izabela Leal – UFPa

II SIMPÓSIO ARTE E PENSAMENTO: A Globalização e os desafios do Humano

Conferência de Abertura:
"Vida Contemporânea: Qualidade de Vida e Violência
Prof. Dr. Manuel Antônio de Castro (prof. emérito PPGL/UFRJ).

Mesa-redonda:
A Poética e o Sagrado
Prof. Dr. ANTÔNIO MÁXIMO FERRAZ – PPGL/UFPa;
Profa. Dra. WLAD LIMA – PPGArtes/UFPa;
Prof. Dr. MANUEL ANTÔNIO DE CASTRO – Prof. Emérito da UFRJ

Local:
Auditório Setorial Básico I - UFPa/ Campus Guamá

Inscrições:
10 reais (no dia do evento)

Comissão Organizadora:
Prof. Dr. Antônio Máximo Ferraz;
Prof. Dr. Manuel Antônio de Castro
Profa. Dra. Wlad Lima;
Harley Dolzane;
Joseana de Souza;
Natália Ribeiro;
Taís Salbé.

contato:


joseananunes@yahoo.com.br

Para maiores informações, visite a página do evento no Facebook










MAIS UMA PUBLICAÇÃO DO NÚCLEO INTERDISCIPLINAR KAIRÓS, AGORA NA REVISTA "TEXTO POÉTICO"

Está disponível para download, em link no final da postagem, mais um artigo publicado por pesquisadores do Núcleo Interdisciplinar Kairós - Estudos de Poética e Filosofia (NIK). Ele se intitula "A COSMOGONIA POÉTICA DE HILDA HILST", escrito pela professora ANDRÉA JAMILLY RODRIGUES LEITÃO, e publicado em coautoria com o professor ANTÔNIO MÁXIMO FERRAZ. O ensaio sobre Hilda Hilst está publicado no volume 20, edição 2016, da revista Texto Poético, editada pelo GT Teoria do Texto Poético da ANPOLL, a qual tem por título "Antologias, coletâneas e reuniões poéticas".






Abaixo, o link para a capa da revista Texto Poético, através da qual se pode acessar o sumário do volume 20 da publicação:



Aqui, o link para o artigo dos pesquisadores do NIK::

MAIS UMA PUBLICAÇÃO DO NÚCLEO INTERDISCIPLINAR KAIRÓS, AGORA NA "NONADA - LETRAS EM REVISTA"

Está disponível para download, em link no final da postagem, mais um artigo publicado por pesquisadores do Núcleo Interdisciplinar Kairós - Estudos de Poética e Filosofia (NIK). Ele se intitula "BENEDITO NUNES E JOÃO GUIMARÃES ROSA: FILOSOFIA E LITERATURA EM GRANDE SERTÃO: VEREDAS", escrito pela Mestranda Taís Salbé Carvalho e publicado em coautoria com o Prof. Antônio Máximo Ferraz. O ensaio está publicado no volume 1, número 26 (2016) da Nonada - Letras em Revista, com o tema "Imagens do comum na produção artístico-literária brasileira contemporânea".




Abaixo, o sumário do número do número 26 da Nonada - Letras em Revista:

http://seer.uniritter.edu.br/index.php/nonada

Aqui, o link para o artigo dos pesquisadores do NIK:

BENEDITO NUNES E JOÃO GUIMARÃES ROSA: FILOSOFIA E LITERATURA EM GRANDE SERTÃO: VEREDAS

O Professor Antônio Máximo Ferraz, coordenador do NÚCLEO INTERDISCIPLINAR KAIRÓS – ESTUDOS DE POÉTICA E FILOSOFIA (NIK/UFPA), informa que as reuniões semanais do grupo de pesquisa, que ocorrem todos os sábados, às 16 horas, no bloco G do prédio do Básico, campus Guamá da UFPA, já foram retomadas em 2016.

O Projeto de Pesquisa atualmente desenvolvido pelo NIK se intitula “Teoria da Literatura: a poética das obras e a crítica”, e tem por objetivo sondar filosoficamente o fenômeno artístico-literário e a atividade crítica. As obras que, no momento, estamos estudando são: A origem da obra de arte e Introdução à Metafísica, de Martin Heidegger, e Filosofia Grega – uma Introdução, de Emmanuel Carneiro Leão. Elas são apresentadas em seminários.

O grupo se acha disposto a pensar toda e qualquer obra artística de valor, não somente literária, no viés filosófico, e está aberto à comunidade acadêmica em geral, da UFPA e de outras universidades.
Para mais informações, favor consultar o blog do grupo: http://nik-ufpa.blogspot.com
Os interessados em participar devem entrar em contato pelo e-mail: nikufpa@gmail.com

II SIMPÓSIO DA REDE POÉTICA



Nos dias 10 e 11 de dezembro de 2014, na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará, a Rede Poética - Grupo Interinstitucional de Pesquisas em Arte e Filosofia, de que faz parte o Núcleo Interdisciplinar Kairós (NIK), realizou o II Simpósio da Rede Poética, com o tema "Arte e Globalização: um convite ao pensar".

A Rede Poética é composta pelos seguintes núcleos, com seus respectivos coordenadores, todos presentes ao evento realizado na UPFA:


Núcleo Interdisciplinar Kairós – Estudos de Poética e Filosofia – NIK
(Prof. Dr. Antônio Máximo Ferraz, Pós-Graduação em Letras, UFPA)

Núcleo Interdisciplinar de Estudos de Poética – NIEP
(Prof. Dr. Manuel Antônio de Castro, Pós-Graduação em Letras, UFRJ)

NuNada – Núcleo Interdisciplinar de Filosofia, Poética e Corporeidade
(Prof. Dr. Igor Fagundes, Departamento de Arte Corporal da UFRJ)

Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Linguagem -- NIEL
(Profª. Drª. Angela Guida, Pós-Graduação em Letras, UFMS)

LAE - Laboratório de Arte-Educação

(Profa. Dra. Maria Ignez de Souza Calfa, Departamento de Arte Corporal da UFRJ)



Abaixo, a apresentação do evento e a programação:

Apresentação


Estamos vivendo na época das mais profundas e rápidas transformações de toda a história da humanidade. Nada foge ao seu poder de mudança: ecossistemas, culturas, poder político, religiões, manifestações artísticas, inovações tecnológicas e científicas. Crê-se que tudo pode ser conhecido pelas pesquisas. O futuro é imprevisível, pois hoje, como sempre, é impossível um modelo teórico totalizador. Vive-se a desintegração dos valores e sistemas vigentes há séculos. Na globalização domina o império da verdade excludente da tecno-ciência, a qual se reduz à proposição verdadeira. Tomada esta como critério, a verdade manifestativa da arte se acha postergada, e muito do que se produz, hoje, no domínio artístico não passa de propostas de inovações formais. Numa tal globalização ainda há lugar para o humano? A Mãe Terra está esquecida, só se fala do planeta globo. Mas o que é a globalização? É o que propomos para ser questionado e pensado. Os sinais são fortes e evidentes: realidade virtual, homogeneização do espaço e compressão do tempo, inteligência artificial, primado da verdade tecno-matemática, fragmentação do conhecimento em disciplinas cada vez mais especializadas, o que leva à necessidade da interdisciplinaridade; impotência da crítica e ocaso das ideologias, predominância da cultura da imagem, informatização da memória, domínio da internet, a qual estabelece pontes entre diferentes mundos, ligando-os em rede, mas ameaçando-os com a eliminação de suas diferenças. Tudo isso leva a uma profunda crise ética da perda do sentido.
O que fazer? Propomos a instituição de uma Rede Poética como livre espaço de questionamento e integração dialética de passado, presente e futuro, recuperando a memória não como o que já se foi, mas como o que, sempre em vigor, está por vir: a Memória (Mnemosyne), não à toa, é a mãe das Musas, fonte de toda criatividade. Daí tomarmos como tema do II SIMPÓSIO a referência entre a globalização e as artes. O contemporâneo torna-se global e tudo é motivo de questionamento, possibilitando aos participantes grande diversidade de temas, dentro do horizonte de um exercício crítico de questionamento e pensamento poéticos. Temos de pensar todas as atuais transformações, rápidas e complexas, como uma das possibilidades do destinar-se do sentido do ser e de vigência da memória, que dão sentido e unidade à Rede Poética. Será para todos um contínuo convite ao pensar, o que nos leva a praticar um educar poético. O global se integrará ao universal poético, onde convivem o pensar das diferenças e a libertação para o sentido de ser, nada excluindo, mas a tudo e a todos integrando dialeticamente. É a Poética em Rede.
O II Simpósio da Rede Poética, que tem por tema, nesta edição, Arte e globalização: um convite ao pensar, pretende tematizar as diferentes manifestações artísticas num diálogo dialético de significados e sentido. Com sua programação, que compreende palestras, comunicações, uma mesa-redonda, performances artísticas e o lançamento dos livros Convite ao Pensar e O Educar Poético, a meta é abrir o horizonte do questionar e pensar, a partir do qual novas e criativas possibilidades poéticas do humano se instaurem.
A Rede Poética estabelece um diálogo com a sociedade da informação e do conhecimento surgida pela globalização da internet. Em tal sociedade em rede, todos os seres humanos se acham conectados uns aos outros por meios técnicos, que têm na linguagem comunicacional sua efetivação. Sem excluir, devemos nos perguntar se esse predomínio do técnico já realiza por si o humano de todo ser humano, em todas as culturas e lugares do globo. Há o perigo de reduzir o real a um registro meramente técnico, considerando a linguagem apenas em sua dimensão comunicativa, funcional. Será isso a linguagem em sua essência poética? Como isso afeta tanto o produzir obras de arte quanto a sua leitura? Então, no fundo da globalização, não estarão as questões essenciais da verdade e da linguagem? O que isso implica para a travessia poética de todo ser humano em sua existência?
 A verdade e a linguagem, em suas dimensões ontológicas, se revelam na obra de arte como a manifestação e vigência do silêncio e liberdade, evocados na denominação Rede Poética, cuja trama se sustenta não apenas nos fios e nós que se interconectam e comunicam, mas, antes de tudo, no nada criativo do vazio da rede, que a tudo dá unidade e identidade. É o que nos lembra João Guimarães Rosa, no prefácio “Aletria e hermenêutica”, de Tutameia, quando diz que uma rede é “uma porção de buracos, amarrados com barbante...”. O nada, o silêncio, o vazio, não como niilismo ou esgotamento, mas como a dimensão de onde jorram todas as realizações, é a fonte inesgotável das questões que estão na origem tanto da arte quanto do homem – ele que, em meio a todos os seres, é a realização artística ao modo da existência.


Programação:


MANHÃ:

8:00 – 9:00 Inscrições

9:00 – 9:15 Abertura do Simpósio

9:15 – 10:15 Palestra:

GLOBALIZAÇÃO: OLHAR, VER, PENSAR
Prof. Dr. Manuel Antônio de Castro (Professor Emérito, UFRJ)

10:15 – 10:45 Coffee break

10:45 – 11:45 Palestra:

MENSAGEM, DE FERNANDO PESSOA,
E A CIRCULARIDADE DA EXISTÊNCIA
Prof. Dr. Antônio Máximo Ferraz (UFPA)

12:00 Intervalo

TARDE:

14:00 – 16:00 Comunicações:

O HABITAR POÉTICO COMO POSSIBILIDADE: UMA LEITURA DE FRIEDRICH HÖLDERLIN, MAX MARTINS E EMILY DICKINSON
Me. Harley Dolzane (UFPA)

A SUPERAÇÃO DA TRADIÇÃO METAFÍSICA OCIDENTAL EM
O GUARDADOR DE REBANHOS”, DE ALBERTO CAEIRO
Amanda Ariana Silva da Silva (UFPA)

A QUESTÃO DA LIBERDADE EM OS IRMÃOS KARAMÁZOV,
DE FIÓDOR DOSTOIÉVSKI
Mauro Lopes Leal (UFPA)

A NATUREZA VIVA DOS AMANTES NA POÉTICA
DE GILKA MACHADO, HILDA HILST E OLGA SAVARY
Andrea Jamilly (UFPA)

O EDUCAR POÉTICO EM A PAIXÃO SEGUNDO G.H.,
DE CLARICE LISPECTOR
Ana Carla Costa Castilho (UFPA)

METAFÍSICA HISTORIOGRÁFICA NA LITERATURA BRASILEIRA:
O BARROCO REDESCOBERTO
Prof. Me. Thiago de Melo Barbosa (UFPA)

16:00 – 16:30 Coffee break

16:30 – 17:50 Mesa-Redonda:

DESAFIOS EM TEMPO DE GLOBALIZAÇÃO:
PERSPECTIVAS E POSSIBILIDADES DA REDE POÉTICA
(Participantes: Manuel Antônio de Castro, Antônio Máximo Ferraz, Igor Fagundes, Maria Ignez de Souza Calfa e Angela Guida)

17:50 – 18:00 Lançamento:

LANÇAMENTO DOS LIVROS CONVITE AO PENSAR E O EDUCAR POÉTICO

18:00 Encerramento do primeiro dia

11 DE DEZEMBRO DE 2014

MANHÃ:

9:00 – 9:15 Abertura

9:15 – 10:15 Palestra:

A POÉTICA DO OLHAR:
COMO FALAR DE COISAS QUE NÃO SE VEEM
Profª. Drª. Angela Guida (UFMS)

10:15 – 10:45 Coffee break

10:45 – 11:45 Palestra:

ROTAÇÕES E TRANSLAÇÕES DE UM MUNDO EM ARTE: IDENTIDADE, DIFERENÇA E OUTROS GIROS DA LINGUAGEM
Prof. Dr. Igor Fagundes (UFRJ)

12:00 – Intervalo

TARDE:

14:00 – 15:00 Palestra:

CORPO EM TEIA: UM CONVITE AO DANÇAR
Profª. Drª. Maria Ignez de Souza Calfa (UFRJ)

15:00 – 16:15 Comunicações:

A FEIRA POÉTICA
Neylla Carvalho da Silva (UFRJ)

EXISTÊNCIA E ARTE: QUANDO O EDUCAR É DANÇA
Fabiana Vieira Luz Nogueira (UFRJ)

ABANDONE
Julius Mack (UFRJ)

16:15 – 16:30 Coffee break

16:30 – 17:45 Performances, seguidas de relato dos artistas sobre o processo de criação:

ENSAIO CARTOGRÁFICO 4
Neylla Carvalho da Silva (UFRJ)

AMAR
Cristian Estevam, Fabiana Nogueira, Julius Mack,
Marlúcia Ferreira e Rosana Oliveira (todos da UFRJ)
(Realização: NuNada – Núcleo Interdisciplinar de Filosofia, Poética e Corporeidade)

17:45 – 18:00 Encerramento do evento